sexta-feira, março 31, 2006

Carro do município busca filho do prefeito...

E essa história do carro do município que serve ao prefeito ter sido usado para buscar o filho de Silvio na escola? Eu não vou comentar. Só espero não ter problemas nas empresas que trabalho por usar de vez em quando o telefone para ligar em casa e a internet para dar uma olhada em meus emails.

Lula pode coordenar sua própria campanha

Está no blog do Josias de Souza:
Em desabafo feito durante conversa que manteve com um auxiliar, Lula confessou que está se sentindo só. “Vou ter que ser o coordenador de mim mesmo”, disse o presidente, referindo-se ao comando de sua campanha à reeleição.

O texto de Josias tem outras informações interessantes. Porém, utilizo aqui apenas esse parágrafo para dizer algo que penso... Acredito que o presidente Lula, sozinho, caso seja reeleito, terá chance de fazer um governo muito melhor. Embora sinta-se só, por causa do asfastamento de todos seus amigos, muitos deles, suspeitos de corrupção ou tráfico de influência, Lula poderá construir um governo mais decente - coisa que ele não pôde fazer neste primeiro mandato.

Câmara derruba projeto de Valter Viana

O vereador Valter Viana tomou uma invertida ontem (com todo respeito, caro parlamentar). O polêmico projeto, que proibia a distribuição da pílula do dia seguinte nos postos de saúde e que havia sido aprovado em primeira votação, foi derrubado por oito votos contra sete. Edith Dias e Odair Fogueteiro voltaram atrás e votaram contra. Edith, provavelmente, por influência direta do presidente John, que era contra a proposta de Viana; já os motivos de Fogueteiro são desconhecidos e prefiro não especular. Ele muda de idéia de uma hora para outra. Ainda na manhã de quarta-feira ele fez, na CBN, uma defesa do projeto do colega e disse concordar com a proposta. Ontem, votou contra. Acho que isso deve mesmo fazer parte do jeito Fogueteiro de ser...

quinta-feira, março 30, 2006

Primeiro jogo da final poderá ser em Maringá

Maringá deverá sediar a primeira partida da final do Paranaense. Embora a Adap tenha direito a um mando de jogo, os primeiros 90 minutos da final do campeonato não poderão ser disputados em Campo Mourão. Com isso, a diretoria do time decidiu transferir o jogo para a cidade. A decisão poderá ser reiterada na tarde de hoje, numa reunião com membros da Federação Paranaense de Futebol.

Silvio garante que resolverá problema do lixão

"Da minha administração não passa". A afirmação foi feita pelo prefeito Silvio Barros, à CBN, ao comentar sobre a vergonha que o lixão à céu aberto em Maringá, garantindo que dará fim ao problema. A gente torce que Silvio cumpra a promessa, porque o problema do lixão persiste há mais de 30 anos, com a presença inclusive de garimpadores de lixo reciclável naquele local.

E Maringá? Vai receber R$ 15 milhões para resolver problema do lixo

Queimei a língua... Nesta semana, ironizei o governo municipal pela falta de conquistas significativas na área de meio ambiente. Falei tendo como base os mais de R$ 20 milhões que a prefeitura de Londrina vai receber do governo do Paraná para investir na criação de um jardim botânico. Só porque falei que Silvio Barros não tinha boas notícias nessa área, o prefeito comemora hoje o recebimento de R$ 15 milhões como prêmio por Maringá ser a primeira classificada pelo Programa Saneamento Para Todos, um projeto do Ministério das Cidades, por meio da Secretaria Nacional deSaneamento Ambiental. O dinheiro deverá ser aplicado no gerenciamento do lixo - em especial, na construção de um aterro sanitário.

quarta-feira, março 29, 2006

Está no blog do Noblat...

Com o apoio de 10 partidos, o governador Geraldo Alckmin conseguiu impedir ontem a instalação de mais uma CPI na Assembléia Legislativa de São Paulo.

Procon notifica empresa que vendia água por frango

Os fiscais do Procon de Maringá notificaram, ontem à tarde, os supermercados da cidade. O motivo da notificação foi a proibição de venda dos frangos da marca Averama. Isto porque, nesta semana, o órgão de defesa do consumidor recebeu a denúncia de um consumidor que teria comprado num supermercado da cidade um frango dessa marca pesando 3,100 quilos. Depois de o frango ter sido descongelado, o frango que pesava 3,100 quilos passou a pesar 2,300. Ou seja, cerca de 800 gramas era água.
Para evitar que os consumidores continuassem sendo lesados, levando pra casa quase 1/3 de água cada vez que compram o frango dessa marca, o Procon notificou os supermercados. A proibição da venda acontece depois de a empresa responsável pela marca Averama ter infringido a lei de defesa dos consumidores pela segunda vez. Em agosto do ano passado, pelo mesmo motivo, os fiscais já haviam multado a Averama em 20 mil reais.

Se proibido, por que ficou devendo serviços à empreiteira?

Está no Hoje Maringá desta quarta-feira...
O vereador Walter Guerlles, que presidiu o antigo Saop até o final do passado, contou, na sessão de ontem, que a prefeitura de Maringá devia 30 horas de cessão de máquinas à empreiteira que as utilizou num condomínio particular, próximo ao Parque do Ingá. Ele lembrou que o município fez uso de máquinas da construtora na recuperação da Estrada da Fruta, no conjunto Ouro Cola, e para realizar o recapeamento asfáltico nas ruas Órion e Cometa, no jardim Universo.
Mas Guerlles também reconheceu que usar máquinas do município em obras de particulares é probida. Bom, se é proibido, como pode ficar devendo 30 horas de serviços para uma empreiteira?

Prefeito se recusa a falar sobre denúncia

O depoimento abaixo é do jornalista Andye Iore e está no Factorama. Faço questão de reproduzir, porque revela um comportamento nada adequado para um chefe do Executivo.

Mais uma vez o prefeito Silvio Barros (foto) perde a linha e gera um ruído no processo de Comunicação. O problema agora aconteceu comigo hoje de manhã durante o lançamento da Expoingá, na Sociedade Rural de Maringá. Esperei que o prefeito fizesse seu discurso e o abordei na saída, perguntando se ele poderia falar sobre a denúncia das máquinas públicas trabalhando em uma obra particular. O prefeito disse: “Pra você eu não falo!”. E, rudemente, virou as costas e foi embora.

Eu fui atrás e insisti querendo saber o motivo. Ele simplesmente disse que não responderia para mim e que se a Gazeta do Povo quisesse fazer uma reportagem, poderia mandar um repórter falar com ele. E, que ele já havia comunicado a direção da Gazeta do Povo. Eu perguntei o motivo da postura, já que apesar de eu ter feito a reportagem da denúncia, passei o dia todo de sexta-feira atrás do secretário Diniz Afonso para que a prefeitura pudesse se explicar. Mesmo assim, o prefeito, mais uma vez, se virou e me deixou falando sozinho.

Achei lamentável a postura vindo de um prefeito que anunciou em campanha fazer uma administração moderna. O prefeito é uma pessoa pública e tem a OBRIGAÇÃO de falar a imprensa, seja qual for a postura do veículo que o jornalista representa. Eu estava no local representando dois veículos de Comunicação – o jornal Hoje e a Gazeta do Povo – e o prefeito tem compromisso com os leitores (contribuintes) e muitos de seus eleitores.

Me orgulho muito de trabalhar para a Gazeta do Povo e para o Hoje. O primeiro é o maior jornal do estado com circulação nacional. O segundo cumpre o papel de ser uma opção aos veículos já enraizados na cidade e dá a oportunidade de publicar textos como este que está gerando toda esta polêmica.

Não tenho culpa se há coisas erradas na prefeitura e fiz o que qualquer jornalista deveria ter feito. Se há algum questionamento quanto ao meu texto, isso poderia ser questionado pela assessoria de Comunicação da prefeitura e até mesmo judicialmente. Mas, não há o que questionar na reportagem, pois estão apresentados os fatos de todos os lados... como manda a regra básica do jornalismo.

terça-feira, março 28, 2006

Diretor do antigo Saop diz que afastamento é normal

A CBN ouviu na manhã de hoje o diretor técnico da Secretaria de Serviços Públicos de Maringá, Luiz Carlos. Ficou a sensação que ele fez o que tinha autorização para fazer: ceder os equipamentos (máquinas) para a construtora Licce. Ele entendeu que o afastamento dele é uma coisa natural. Também apontou que essas parcerias com a iniciativa privada são necessárias, porque nem sempre a prefeitura tem os equipamentos que precisa para a realização de obras.
Por outro lado, os vereadores petistas prometem apresentar hoje um requerimento para que o prefeito Silvio Barros vá à Câmara explicar a cessão das máquinas. Mário Verri, em entrevista, chegou a falar numa possível CPI.

Londrina ganha obra de 23 mihões. E Maringá?

O governo do Paraná criou o Jardim Botânico de Londrina. Para isso, investirá cerca de R$ 23 milhões, entre o valor do terreno e investimentos em infra-estrutura. Segundo o Estado, serão gerados aproximadamente mil empregos diretos e indiretos. Cá entre nós, ninguém pode tirar o mérito de Londrina ganhar tal obra, mas fica a sensação de que Maringá poderia ter desenvolvido um projeto que recebesse tamanho investimento. Os R$ 23 milhões que Londrina vai receber serão investidos numa obra que nascerá no Lago Igapó. A obra é justamente na área (meio ambiente) que o prefeito Silvio Barros tem dito que tem os melhores projetos.

segunda-feira, março 27, 2006

Prefeitura X Sismmar - há uma nova motivação

O governo municipal arrumou pra cabeça ao propor o projeto que reduziu de quatro para um funcionário cedido pela prefeitura ao Sismmar. Isto porque, além do empenho habitual do sindicato em defender os interesses dos servidores, agora há uma certa raiva no ar por conta das supostas perseguições que o Sismmar têm sofrido.

Será que algum vereador terá sensibilidade?

É bastante justo o pedido feito pelas mulheres, durante a conferência municipal do último final de semana, para que seja feito um projeto que proíba a "revista" de mulheres em indústrias de confecção, principalmente. Embora sempre haja o risco do desvio de algumas peças de roupas nessas confecções, não há motivo para tamanha intimidação. Quem sabe algum vereador - ou vereadora - possa se incumbir de tal tarefa. Seria uma forma de, pelo menos de vez em quanto, ouvirem o apelo popular e serem úteis à comunidade.

Lamentável a divulgação de novas fotos da colunista

É lamentável a exposição de uma colunista social maringaense, com a divulgação de suas fotos íntimas. A pessoa responsável por essa divulgação só pode ter problemas na cabeça. Problemas de relacionamentos devem ser resolvidos em quatro paredes ou, no máximo, na esfera do Judiciário.

domingo, março 26, 2006

FOLHA DE SÃO PAULO: Banco estatal beneficiou aliados de Alckmin

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) direcionou recursos da Nossa Caixa para favorecer jornais, revistas e programas de rádio e televisão mantidos ou indicados por deputados da base aliada na Assembléia Legislativa.

Documentos obtidos pela Folha confirmam que o Palácio dos Bandeirantes interferiu para beneficiar com anúncios e patrocínios os deputados estaduais Wagner Salustiano (PSDB), Geraldo "Bispo Gê" Tenuta (PTB), Afanázio Jazadji (PFL), Vaz de Lima (PSDB) e Edson Ferrarini (PTB).

A cúpula palaciana pressionou o banco oficial para patrocinar eventos da Rede Vida e da Rede Aleluia de Rádio. Autorizou a veiculação de anúncios mensais na revista "Primeira Leitura", publicação criada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso. Ele é cotado para assessorar Alckmin na área econômica. Recentemente, a Quest Investimentos, empresa de Mendonça de Barros, foi escolhida para gerir um novo fundo da Nossa Caixa.

O banho de ética anunciado pelo candidato tucano à Presidência da República torna-se uma ducha de água fria com o resultado de uma auditoria na área de publicidade da Nossa Caixa, que revela o descontrole nas contas, e com a investigação, pelo Ministério Público do Estado, a partir de denúncia anônima, sobre o uso político-partidário do banco oficial.

Entre setembro de 2003 e julho de 2005, as agências de propaganda Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda. e Colucci Propaganda Ltda. continuaram prestando serviços sem amparo legal, pois o banco não renovara os contratos, conforme a Folha revelou em reportagem de dezembro último. O caso está sendo apurado pelo promotor de Justiça da Cidadania Sérgio Turra Sobrane.

Ao analisar 278 pagamentos às duas agências no período em que operaram sem contrato --no total de R$ 25 milhões--, a auditoria interna apontou irregularidades em 255 operações (91,73%).Não foram localizados documentos autorizando pagamentos que somavam R$ 5,1 milhões. Em 35% dos casos, não havia comprovantes da realização dos serviços. Em 62,23%, os pagamentos não respeitaram o prazo mínimo legal de 30 dias. O patrocínio de campanhas de marketing direto era autorizado verbalmente.

A responsabilidade por esses pagamentos é atribuída ao ex-gerente de marketing Jaime de Castro Júnior, 48, ex-auditor do banco, com 28 anos de casa. Ele admitiu ter liberado pagamentos em valores acima dos limites que podia autorizar e, a partir de 2002, sem ter procuração para tal. "Reafirmo que assumi a responsabilidade pela liberação dos pagamentos, dados sua urgência e os interesses da instituição", afirmou à comissão de sindicância.

Ele foi demitido por justa causa, em dezembro, pelo presidente do banco, Carlos Eduardo Monteiro, sob a acusação de "mau procedimento", "desídia" e "indisciplina". O ex-presidente do banco Valdery Frota de Albuquerque também foi responsabilizado.

Pressões
Por entender que a comissão de sindicância poupou outros envolvidos, inclusive o presidente do banco, o ex-gerente preparou um relatório de 42 páginas em que revela outras irregularidades e as pressões que recebeu do Palácio dos Bandeirantes. "Houve atendimentos a solicitações de patrocínio e mídia, de deputados estaduais da base aliada, nas ocasiões de votação de projetos importantes para o governo do Estado", afirma Castro Júnior nessa peça.

O ex-gerente explicitou: "Por ser um órgão do governo do Estado, a pressão de cunho político para liberação de anúncios, verbas para eventos e patrocínios sempre foi muito forte. Fosse através da Secretaria da Comunicação, diretamente por deputados, vereadores, secretarias de Estado, do gabinete do governador, para atendimentos de natureza política, para sustentação da base política do governo do Estado".

Há suspeitas de que o esquema envolve outras empresas do Estado. Consultadas, Sabesp, Prodesp, CDHU e Dersa não responderam questionário da Folha.

O direcionamento da publicidade pelo Palácio dos Bandeirantes veio à tona com a quebra de sigilo da correspondência (e-mails) de Castro Júnior, autorizada pela direção do banco nas investigações.

Essa troca de mensagens indica que as determinações para a veiculação de interesse dos tucanos partiram do assessor especial de Comunicação do governo do Estado, jornalista Roger Ferreira.Ele atuou nas equipes de marketing das campanhas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso e José Serra. Foi chefe da Assessoria de Comunicação da Caixa Econômica Federal, entre 1999 e 2002, na gestão de Valdery Frota de Albuquerque, que o levou para assessorá-lo na Nossa Caixa.

Jornada dupla
Antes de trabalhar com Alckmin no Palácio dos Bandeirantes, Ferreira foi assessor da presidência da Nossa Caixa, entre março e outubro de 2003. Recebia R$ 17 mil mensais, salário superior ao do presidente do banco. O jornalista foi contratado pela agência Full Jazz, empresa cujos serviços deveria controlar. A agência pagava a Ferreira, que fornecia nota fiscal da RF Produções e Editora Ltda., com sede em São Lourenço da Serra (SP).A agência cobrava esses "serviços" do banco, com acréscimo de 10% a título de honorários. Trata-se de forma de driblar a legislação que veda a contratação sem licitação de serviços de publicidade e divulgação.

Segundo Castro Júnior, "a partir de sua contratação, o sr. Roger Ferreira passou a manter estreito relacionamento com as duas agências de propaganda, por ordem da presidência, coordenando as ações de marketing, notadamente aquelas pertinentes a campanhas e anúncios na mídia"."Ele não poderia jamais ser contratado pela agência. Houve uma ilegalidade", diz o advogado Toshio Mukai, especialista em contratos e licitações públicas. Com a saída de Ferreira, Monteiro determinou a contratação da jornalista Shirley Emerich, para substituí-lo, no mesmo esquema da Full Jazz e o mesmo salário. Ela deixou a Nossa Caixa em julho de 2005, com o rompimento do contrato com a agência. Castro Júnior diz que não havia rubricas contábeis específicas para os pagamentos mensais dessas contratações.
Reportagem de Frederico Vasconcelos

sexta-feira, março 24, 2006

Só uma nota para expressar a revolta...

É revoltante observar situações como essa envolvendo uma mulher espancada pelo marido, quase estrangulada e colocada no porta-malas de um carro. Pior ainda é saber que homens como esse não são punidos - continuam livres. Alguém que tem capacidade de espancar a própria mulher e colocá-la no porta-malas de um veículo é capaz de outras atrocidades.

quinta-feira, março 23, 2006

E o bom exemplo vem de cima...

Está na coluna Mosaico, do jornalista Angelo Rigon:
O lançamento do Plano de Águas começou com quase duas horas de atraso. Como cobrar cidadania de crianças que ficam sob o sol por causa de políticos atrasados?

Prefeitura X Sismmar: as razões de cada um

Queria ter comentado ontem, mas não deu tempo... O embate entre o Sismmar e a prefeitura, por conta do projeto do Executivo que prevê a redução de quatro para um funcionário cedido pelo município para trabalhar no sindicato, tem alguns aspectos interessantes a observar. Do ponto de vista privado, o governo municipal tem toda razão em reduzir o número dos licenciados. Afinal, onde já se viu financiar pessoal para protestar contra você? Do ponto de vista público, embora haja alguém que governe, a máquina pública precisa ir além disso. Necessita de mecanismos de controle, de fiscalização e que cuide dos interesses dos servidores municipais - que são funcionários do povo. Neste embate, a administração pública maringaense agiu sob o ponto de vista privado. Logo, agiu de forma equivocada. Ceder quatro funcionários para o sindicato não é cedê-los para um agente estranho à máquina pública; é licenciá-los para atuarem num instrumento que tem como razão de ser o próprio governo.

Campanha tenta tirar crianças das ruas

A campanha que incentiva a população a não dar esmola é uma boa iniciativa da administração municipal. Pensada nos últimos meses da gestão petista e implementada pelo governo atual, a campanha chama a atenção para um sério problema social. Dar dinheiro para quem pede é o mesmo que incentivar o pedinte a continuar nas ruas. Muita gente que pede ganha mais, ao final de cada mês, do que muito pai de família que trabalha o dia inteiro. Basta notar que algumas crianças conseguem ganhar entre 30 e 40 reais ao final de cada dia. Alguém aí consegue imaginar uma criança dessa pegando no pesado no futuro?