Quarta-feira, Fevereiro 21, 2007
Terça-feira, Setembro 26, 2006
Quem ganha com voto nulo?
E, diferente do que tem dito a oposição ao presidente Lula, o cientista político entende que as abstenções, votos nulos e brancos podem ser mais prejudiciais aos candidatos adversários do petista, favorecendo a eleição em primeiro turno.
Terça-feira, Abril 18, 2006
Computadores e telefones da Setran não funcionam
Mais de um ano depois da compra dos notebooks, Câmara de Maringá vai instalar Interlegis
A matéria me fez lembrar algumas coisas. Primeiro, o Interlegis é um programa desenvolvido pelo Senado Federal já alguns anos. Não custa nada para nenhuma câmara de vereadores e boa parte delas já fazem uso do sistema. Das grandes e médias cidades do país, Maringá é uma das últimas a instalar o sistema (e por negligência da própria casa). Segundo, foi sob a justificativa de que instalaria um programa que daria transparência à casa que a Câmara de Maringá adquiriu os 20 notebooks, pagando por eles um preço maior que o normal: R$ 219.600,00 (o próprio presidente da casa utilizou tal argumento, que acabou descontruído com a apuração da imprensa). O programa era o Interlegis, que não precisava dos notebooks para ser colocado em funcionamento. Terceiro, o mais curioso é que os famosos notebooks foram comprados há mais de um ano, entregues em novembro e só agora vai ser colocado em funcionamento o Interlegis. Curioso, não?
O governador Roberto Requião não levou em conta quem pagará o mínimo
Mas há alguns detalhes a considerar no projeto de Requião. Embora a proposta seja bastante sensata (o mínimo deveria mesmo ser maior do que é), quem de fato irá pagá-lo será os empregadores domésticos e os produtores rurais. Quase todas as demais categorias já ganham mais de R$ 400,00. Mas é complicado imaginar como uma família de classe média-baixa, que precisa pagar uma doméstica, poderá pagar tal salário. Quer um exemplo: boa parte dos professores ganha por turno salários que variam entre R$ 400,00 e R$ 600,00. Uma professora (separada, divorciada etc), com renda única, trabalhando dois turnos, e com salário mensal de R$ 1.000,00, como poderá manter uma empregada doméstica?
Infelizmente, em nosso país, um projeto como o do governador possibilita situações injustas como essa (injutas para a professora e para a doméstica).
Segunda-feira, Abril 17, 2006
Bravin será candidato a deputado estadual
Quinta-feira, Abril 13, 2006
Ficou faltando as novidades, Nagahama
Reitor da UEM responde MP e fala em precipitação
Quarta-feira, Abril 12, 2006
Reitoria se silencia diante de ação do MP
Aprovado reajuste de 6% para servidor municipal
Terça-feira, Abril 11, 2006
Folha Online: Vantagem de Alckmin em SP cai 10 pontos
Na pesquisa anterior do instituto, feita nos dias 16 e 17 de março, Alckmin tinha 16 pontos de diferença sobre o presidente no Estado (48% contra 32%). No levantamento da semana passada, essa distância caiu para seis pontos: a taxa de intenção de voto em Alckmin recuou para 41%, enquanto a preferência por Lula atingiu 35%.
Minha observação: se Alckmin está perdendo forças em São Paulo, seu principal reduto eleitoral e onde supostamente teria feito um governo espetacular, que argumentos o tucano terá para provar ao restante do Brasil que ele é o melhor para comandar o país?
Câmara de Maringá X Câmara de Apucarana
Maringá terá Estar aos sábados
Só para agradecer...
Segunda-feira, Abril 10, 2006
Como ganhar dinheiro com a Índia...
O rico ri à toa. FHC que o diga
“Pobre quando chega lá em cima acha que é outra coisa”, diz o próspero sociólogo Há quem acuse a televisão de ser o templo da vulgaridade. Essa discussão faz pouco sentido quando se consideram programas exibidos entre as altas horas da noite e as baixas da madrugada, hora em que a população mais modesta recupera as forças para a próxima jornada de trabalho. Uma pequena fatia da sociedade dedica-se ao lazer a essa hora. Talvez por isso, por sentir-se entre seus pares, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tenha se permitido um bate-papo tão franco no Programa do Jô exibido pela TV Globo na madrugada da quinta-feira 6. FHC, entre uma gargalhada e outra, admitiu a possibilidade de ter havido compra de votos de parlamentares para aprovar, em 1997, a emenda que permitiu a sua reeleição à Presidência, em 1998. À época, o governo tucano foi eficiente em impedir a instalação de uma CPI para apurar o caso. Tinha um rolo compressor no Congresso e a simpatia da mídia brasileira. Sem grandes protestos, o lixo foi para baixo do tapete. Coisas do passado.
No presente, Fernando Henrique Cardoso – amante da candidatura do ex-prefeito José Serra à Presidência – dedica-se a, protocolarmente, defender o presidenciável tucano, Geraldo Alckmin, dos ataques envolvendo o ex-governador de São Paulo com supostas improbidades ocorridas no banco estadual Nossa Caixa. Preferencialmente, no entanto, o ex-presidente dedica-se ao hobby recém-adquirido: atacar Lula e o PT.
Dominado mais uma vez pela vaidade, FHC não conseguiu sufocar uma visão preconceituosa comum à elite brasileira. Na receita do sociólogo “você não deve mudar o seu jeitão quando chega ao poder. Pobre quando chega lá em cima acha que é outra coisa”. A frase traz também uma surpresa. Evidentemente, ao se referir aos pobres com tamanha desenvoltura, o professor aposentado Fernando Henrique Cardoso supõe-se rico. Não só de espírito, mas, também, de bens materiais. Que fique anotado esse dado com a devida atenção.